(Narração de Euge)
Eu sempre fui uma garota diferente, com uma vida diferente, amigos diferentes, com um estilo diferente, em lugar diferente que eu sentia que ñ era o meu lugar, sempre quis sair de lá, e foi o que aconteceu...
Paz: Filha precisamos conversar
Euge: Sim, o que foi mãe
Paz: Nó vamos nos mudar
Euge: Por que?(muito feliz por dentro)
Paz: Seu pai, conseguiu um emprego em Buenos Aires
Euge: Humm...
Paz: Porque esse hum, vc sempre quis sair daqui
Euge: Eu sempre quis mas, tinha que ser por causa do emprego do papai
Paz: É, eu se que vc ñ gosta dele
Euge: É, mãe eu ODEIO ele.
Paz: Porque?
Euge: Nada mãe, por nada(euge levanta e sai nervosa)
(Narração de Euge)
Minha mãe nunca soube, a razão de mim odiar meu pai, mas ele me batia, porque ele ñ gostava do jeito que eu me vestia, as musicas que ouvia, e os amigos que eu tinha(nenhum).
Eu nunca tive amigos, desde criança, vivia sempre longe de tudo e todos, eu ficava a maior parte do tempo no meu quarto, em frente ao me computador.
Mas voltando ao assunto da mudança o dia chegou...
Camilo: Anda logo menina, vamos nos atrasar
Euge: Já vou
(Euge chegou vestida com uma camiseta de sua banda preferida, uma calça preta, um casaco preto, seu all star antigo e rasgado,)
Camilo: Eu já te disse para parar de usar essas roupas, vc parece uma marginal
Euge: Eu ñ me importo com o que vc acha de mim, a roupaé minha eu uso quando eu quiser
Paz: Eugenia ñ fale assim com seu pai
Euge: Ele nunca vai ser meu pai
Camilo: Vc ñ sabe o que diz menina
Euge: Se eu ñ soubesse ñ diria
Paz: Vamos logo para o carro
(Euge passa e esbarra em Camilo propositalmente)
(Narração de Euge)
Eu sabia que depois dessaeu iria apanhar, mas ñ tinha medo, pois se ñ fosse eu seria minha mãe, e eu ñ seria capaz de deixar ele fazer isso com ela.
Nos fomos para Buenos Aires de carro, porque o meu pai, queria pagar passagens de avião e levams três dias para chegar lá
Camilo: Eugenia suba que eu preciso conversar com vc
Euge: Aham(ela sobe nervosa)
(Narração de Euge)
Avia chegado a hora, do acerto de contas que tinhamos quase todo dia
-No quarto de Euge-
Camilo: Sua vagabunda, quem vc acha que é pra falar daquele jeito comigo?
Euge: Não te interessa
Camilo: Agora vc vai ver
(Camilo bate em Euge que sofre em silêncio)
Camilo: Agora vc aprendeu que sou que mando aqui
Euge: Vc só manda nos seu nariz, porque em mim mando eu
Camilo: Vc quer apanhar mais é?!
Euge: Seu sem vergonha, acha que eu gosto disso, só ñ te denuncio pela minha mãe
(Camilo sai do quarto e Euge começa a chorar, deixando forte maquiagem totalmente borrada)
Euge: Ele acha que me batendo vai me mudar, mas está muito enganado
(Narração de Euge)
A unica parte boa desse dia é que meu irmão, o Benjamin ou Benja, ia ir na em casa, porque ele mora aqui em Buenos Aires também. Mal posso esperar, ele é meu único amigo, o único que me intende; mas tinha uma coisa que ele não sabia, que era que sentia algo mais do que um amor de irmã, eu eu não gostava disso pois chegava a ser um pouco nojento, mas eu não podia evitar, por mais que eu quise-se eu não conseguia...
(Euge estava no quarto quando Paz a chamou)
Euge: JÁ VOU
(Euge desce e na sala se depara com Benja)
Euge: Benja!!!
(Ela corre, para abraça-lo)
Benja: Mana, que saudades
(ele dá um beijo na testa dela)
Benja: O que é isso roxo no seu olho
Euge: Não é nada, mas me fala sobre vc, como vc tá?
Benja: Bem, e vc?
Euge: Também
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CONTINUA...
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